Sempre que o médico assistente solicita a realização de exames laboratoriais, além da apreensão, surgem muitas dúvidas quanto à preparação necessária para cada um dos procedimentos. Isto ocorre com todos nós.
Nesta hora, pensamos primeiro na nossa alimentação diária - se os nossos hábitos alimentares podem influenciar nos resultados dos exames. O cafezinho, o arroz com feijão, o frango ao molho pardo, o pequí, a guariroba, o licor de jenipapo, o peixe na telha, a picanha, a pamonha quentinha, o pão de queijo, o bolo de arroz.
Lembramos ainda de outros costumes universais, não recomendados, como o cigarro e o álcool, considerados por muitos como imprescindíveis no cotidiano, ora como lenitivos da alegria, ora da tristeza. Seja da forma que são encarados costumam, ao longo do tempo, cobrar dívida impagável ao nosso organismo, induzindo patologias graves e de conseqüências conhecidas.
Não podemos esquecer da água. O Ser humano tem na sua constituição uma grande percentagem de água, cerca de 60% nas mulheres e 70% nos homens, o que torna a ingestão do líquido absolutamente vital para a manutenção das funções básicas do organismo. Todas as reações químicas que sustentam a nossa vida acontecem em meio aquoso.
Neste nosso tempo, além de muitos outros valores, há grande preocupação com o culto ao corpo, com cada vez mais pessoas, jovens e idosas, preocupadas com a manutenção do vigor físico e mental. Para tanto, utilizam-se de investimentos maciços nos mais diversos artifícios: exercícios orientados, alimentação balanceada, caminhadas, esportes coletivos e individuais, contato com a natureza e, inclusive, uso de medicamentos com e, principalmente, sem orientação médica.
Os exames podem sofrer influências do cafezinho, da alimentação, do fumo, do álcool, da água, do horário da coleta, da menstruação, dos medicamentos, do esforço físico ou mesmo de um resfriado passageiro?
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